Existem coisas que são assim mesmo, né?! Outro dia fui em tal lugar e vivi experiências que né, não consigo esquecer. Notou alguma coisa diferente nessas frases, né?! Esse é um dos vícios de comunicação mais comuns é dito tão naturalmente, que sequer percebemos. Conhecer as técnicas de oratória certas voltadas a como parar de falar “né” não é um bicho de 7 cabeças, e você vai ver. 

Brincadeiras a parte, os vícios de linguagem acometem milhares de pessoas, em diversas áreas de atuação e com diferentes idades. Então acalme-se, você não é um ser de outro mundo por cair na armadilha do “né”. Se você está aqui, certamente está buscando maneiras de como parar de falar né. Mas e os motivos para esse vício de linguagem? Bora entender. Vamos a lista:

Apesar de comuns, os vícios de linguagem nunca devem ser tidos como normais, visto que uma boa comunicação tem como premissa a transmissão clara e direta da mensagem.

4 dicas para evitar os vícios de linguagem

Controle a ansiedade

Existem algumas práticas e exercícios, que se bem realizados geram ótimos resultados. Nesse cenário, o primeiro ponto para que essa prática seja bem-sucedida é manter uma constância de treinos, pois assim como no treino dos músculos do corpo, o cérebro também deve ser treinado.  A partir disso, você conquistará mais confiança e domínio daquilo que está fazendo/falando, de maneira a esquecer a existência da ansiedade. 

Entre estes exercícios, pode-se destacar o Exercício de Fisiologia e o Exercício Isométrico. No primeiro a prática é bem simples: basta mentalizar um estado de felicidade, de maneira a se esforçar para alcançar verdadeiramente essa sensação.

Já no segundo, é fundamental que antes de mais nada seja entendido o seu conceito. Diferente dos exercícios convencionais, os exercícios isométricos são realizados de forma estática, de maneira a contrair os músculos e eliminar a tensão. Entre as inúmeras opções, existe o Wall Sit, realizado em dois passos básicos:

Estipule exercícios e coloque para gravar

Para melhorar algo, antes é necessário que haja consciência sobre o problema. No caso da comunicação, isso não é diferente. Como dissemos anteriormente, o cérebro não só pode como deve ser treinado. Mas agora, ao invés de treinos para controlar a ansiedade, reserve alguns momentos da sua rotina para treinar como se fosse apresentar determinado assunto. Ao estipular data e horário, posicione seu celular ou câmera e filme sua atuação. Ao terminar, assista sua gravação quantas vezes for preciso. Repare se você utiliza muito o “né” ou qualquer outro vício de linguagem. No próximo treino, fique atento(a) para não repetir os mesmos erros. 

Peça feedbacks

Isso mesmo, feedbacks. Em linhas gerais, ele funciona como um “retorno” de uma análise sob seus pontos fortes e percepções de pontos que precisam ser desenvolvidos ou adquiridos em um futuro próximo. Um bom feedback é aquele que é dado de maneira construtiva e nunca agressiva ou desrespeitosa. É aí que entra o feedback sanduíche. Focada na humanização, a estratégia proporciona um momento respeitoso e acolhedor, sendo realizada em 3 etapas: 

Apesar de comumente visto apenas em empresas e ambientes corporativos, o feedback deve ser realizado em todos os aspectos da vida, inclusive no desenvolvimento da comunicação. Lembre-se que ao se expor a situações de fala e escrita pode ser que alguns de seus vícios não sejam identificados por você! Sim, muitas vezes o hábito é tão forte que você próprio não conseguirá visualizar.

Combine com seu amigo alguns encontros para que você possa treinar discursos mais longos e além disso peça para que lhe avisem sempre que, em alguma situação cotidiana, você fizer uso de vícios de linguagem.

Estude com diferentes materiais 

Pode parecer que não, mas existem milhares de materiais que podem te ajudar na jornada de como parar de falar o tão odiado “né”.

Antes de começar a citá-los, é fundamental que você entenda o que são e qual a importância dos sistemas representacionais nisso.

Basicamente, essa é uma área de estudo que estabelece modelos básicos de processamento cerebral, visto que os mesmos variam de acordo com as características de cada indivíduo e a forma como ele recebe e interpreta mensagens. 

Vale lembrar que um indivíduo não é representado apenas por um desses canais, mas sim, pela predominância de algum deles em determinado momento. O que tudo isso tem haver com parar de falar né?! Simples. Entender o seu funcionamento cerebral lhe ajudará a ser assertivo na escolha dos materiais. 

Caso prefira materiais visuais, você pode buscar por vídeos no Youtube, Ted Talks, blogs, e-books e por aí vai. Se o seu perfil tende mais naquele momento ao auditivo, os podcasts são uma boa pedida. Mas, se você se encaixa mais no perfil sinestésico, busque por mentorias, cursos e etc.

Invista em um curso de oratória

Se você chegou até aqui, provavelmente já entendeu a extrema importância da boa comunicação em todos os seus aspectos. E é nesse cenário que entram os cursos de oratória, que vão muito além de ensinar a falar bem em público. 

Engana-se quem pensa as técnicas da oratória são necessárias apenas para grandes oradores, palestrantes ou para falar em multidões. Oratória é muito mais que isso, principalmente aqui na Vox. Entre em contato com a unidade mais próxima e descubra o curso de oratória perfeito para você.

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