Vender o seu produto ou serviço, expor suas ideias para a equipe do trabalho, engajar seus clientes nas redes sociais, produzir um conteúdo relevante e interessante para suas mídias sociais. Esses se tornaram um dos maiores desafios para os profissionais essencialmente presenciais, que tiveram que se reinventar no digital, principalmente para falar bem em vídeos.

Mais do que nunca, a comunicação está inserida ao universo digital, seja por meio de tecnologias ou plataformas. A rotina do home office, já adotada por muitos profissionais, tornou-se agora majoritária em grande parte das empresas.

Hangouts, Zoom, Instagram Stories e até mesmo as videoconferências do WhatsApp, com certeza são ferramentas que você já não consegue mais passar um dia sequer sem.

Assim como outras práticas, falar bem em vídeos é algo que pode e deve ser sempre exercitado, independente do segmento de atuação. A arte de falar bem em público continua, o que muda é o meio no qual seu público se encontra. O momento atual é sinônimo de adaptação e readaptação e com certeza você já sentiu isso na pele, por isso separamos 3 dicas para você falar bem em vídeos.

Dica 1: Mantenha a naturalidade

Pessoas, pessoas. Câmeras à parte….. Será mesmo?!

Quem comunica, comunica para alguém, seja presencial ou virtualmente. Se você já exercitava sua oratória antes, é só continuar. Busque tornar a câmera sua “amiga”, esquecendo que é uma câmera. A naturalidade sempre cativa e aproxima os ouvintes, deixando-os mais receptivos para o conteúdo que desejamos apresentar, seja ele qual for. Caso você seja mais tímido, opte por gravar previamente o que vai dizer, podendo analisar os pontos a serem melhorados e regravar quantas vezes forem necessárias.

Quanto mais espontâneo você for, mais cativante será sua abordagem, e maiores as chances de sucesso. Tenha sempre em mente que mesmo aprendendo técnicas avançadas de oratória, você deve ser você mesmo, evitando exageros e entendendo que a comunicação é uma via de mão dupla, ou seja, para ser assertiva ela deve ser entendida e bem interpretada por todas as pessoas envolvidas.

Com esses pilares em mente, vale lembrar também duas características apontadas por Daniel Joseph, psicólogo cognitivo americano-canadense e neurocientista:

Dica 2: Treine a gesticulação e articulação do seu maxilar.

Repita comigo: “A rua de paralelepípedo é toda paralelepipedada.”

É comum ouvirmos que certa pessoa tem dificuldade de pronunciar certas palavras específicas ou frases, e que no final acaba envergonhada com isso. Mas calma! Cada indivíduo tem suas características, basta treiná-las adequadamente.

Anteriormente à gravação dos seus vídeos fique atento a algumas práticas fundamentais, como:

Ao colocar essas ações como hábitos, você terá segurança de que seus espectadores conseguirão realizar a leitura labial do que você está falando, caso haja algum problema na conexão ou também falhas no áudio. Além disso, tais hábitos dão mais credibilidade, visto que ao falar você estará certo, confiante e a vontade naquilo que está fazendo.

Dica 3: Fique atento aos gestos involuntários

Mexer no cabelo enquanto fala, tampar e destampar uma caneta, tocar constantemente em acessórios. Reconheceu alguma dessas ações?

Essas são algumas ações repetidas inconscientemente que podem acabar atrapalhando a qualidade do seu vídeo e, sobretudo denotando nervosismo e falta de preparo.

Na linguagem corporal encontramos o complemento para aquilo que dizemos com palavras. Em conversas de olho no olho é comum a troca de expressões faciais. Passe a encarar a câmera como um amigo e tente trabalhar essas expressões ao gravar seus vídeos e falar em videoconferências, às vezes abrindo mais os olhos, sorrindo ou mexendo as sobrancelhas.

A movimentação das mãos, dos olhos, e expressão facial são alguns dos aspectos que quando bem utilizados são grandes aliados, mas, quando mal utilizados podem acabar chamando atenção do público, que começa a prestar mais atenção no gesto do que na sua fala.

Muitas vezes , só descobrimos que repetimos um gesto involuntário quando nos preocupamos em observar, por isso, mão na massa, ou melhor: olho no vídeo. Após diagnosticar seus movimentos involuntários, busque antecipá-los e consequentemente evitá-los.

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